afirmação da cultura brasileira como instrumento humanístico
da formação de uma Civilização Brasileira.
A epígrafe que demonstra a identidade e a unidade da Academia Brasileira
de Filosofia intitula-se Ad Veritatem, que revela a adesão dos filósofos
brasileiros que a compõem ao amor à verdade. O amor à verdade
completa o sentido mesmo da filosofia como amor à sabedoria. O amor à verdade
filosófica como expressão da verdade do mundo segundo a singular
linguagem filosófica, traduz a paixão pelo pensamento como expressão
da liberdade humana.
Verdade e liberdade condicionam-se mutuamente. A vocação genética
da Academia para a associação orgânica e apodítica
entre verdade e liberdade a conduz a uma condenação perpétua
a todas as formas de totalitarismo e sob quaisquer matizes e ideologias. A
condenação pública a todas as formas de objetivação
da barbárie é conditio sine qua non para a realização
gradativa do ideal da paz social, da justiça, da democracia e da liberdade
rumo à Civilização Brasileira através da porta
estreita do Estado de Direito.
É Bacharel
em Comunicação Social pela Faculdade de Comunicação
Hélio Alonso (1977), Mestre em Filosofia - Filosofia da Arte e da
Cultura - Université de Paris I - Panthéon - Sorbonne (1982)
e Docteur d'État (Doutor de Estado) em Filosofia, Letras e Ciências
Humanas - Université Paris I - Panthéon - Sorbonne (1989).
O Doutorado de Estado é o mais elevado título da França
e da Europa. Pós-doutorado na Alemanha, com bolsa do DAAD (1989).
Atualmente é professor
Adjunto da Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Doutor Honoris
Causa pela Universidade Soka - Tokio, Japão, onde foi apresentado
como um dos maiores filósofos do mundo, e nomeado professor Titular.
Mikhail Gorbachev, Rosa Parks, Mohamed ElBaradei, Ronaldo Rogério
de Freitas Mourão, o então Presidente da República Fernando
Henrique Cardoso, líderes mundiais e diversos laureados com o Prêmio
Nobel estão entre as personalidades internacionais que receberam o
título
de Doutor Honoris Causa da Universidade Soka. Vice-Presidente/RJ do Instituto
Brasileiro de Filosofia, membro do Pen Clube do Brasil, Vice-Presidente nacional
da Academia Brasileira de Defesa e Presidente da Academia Brasileira de Filosofia
desde 1995. Atuou e atua como artista plástico e fotógrafo
de arte desde 1970, quando começou no Museu de Arte Moderna do Rio
de Janeiro - MAM como aluno, monitor e professor (gestão Gustavo Capanema),
estudando e depois participando com Frederico Morais, Lygia Pape, Anna Bela
Geiger, Sérgio
Campos Mello, Aluísio Carvão, Ivan Serpa, Maurício Salgueiro,
Cildo Meirelles, Carlos Vergara, Bina Fonyat e diversos artistas nos movimentos
de vanguarda brasileira. É o líder da chamada Geração
MAM, anterior à Geração 80, da Escola de Artes Visuais
- Parque Laje. Diversas exposições individuais (Museu de Arte
Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea de Curitiba,
Petite Galerie, Galerie Clair/Obscur - Paris, Galerie Debret - Paris, etc)
e coletivas
no Brasil e no exterior. Trabalhou, colaborou e colabora em jornais desde
O Pasquim (1974), Tribuna da Imprensa (1977-1981), O DIA e Jornal do Brasil
(JB)
e revistas e jornais de arte. Comentarista de televisão e rádio.
Desde a década de 1970 organizou edições de revistas
e coleções de livros com os mais importantes intelectuais,
filósofos,
artistas brasileiros (Hélio Oiticica, Lygia Pape) e estrangeiros,
nas editoras Paz e Terra, Vozes, Tempo Brasileiro (ver Revista), Atlântica,
Taurus, entre outras. Participou de cerca de 30 livros, entre individuais,
capítulos, organizados, coordenados e traduzidos. O grande crítico
de artes plásticas
Frederico Morais referiu-se a João Ricardo Moderno em 1984, como "uma
das mais importantes personalidades da cultura brasileira", em prefácio
ao livro 'Arte contra Política no Brasil'. Medalha da Ordem do Mérito
Militar do Comando do Exército Brasileiro - Presidência da República.
Comendador da Ordem do Mérito Aeronáutico, do Comando da Aeronáutica
Brasileira - Presidência da República. Medalhão Bicentenário
de Nascimento do General Manoel Luís Osório - Marquês
do Herval - Exército Brasileiro. Grande Medalha de Honra da Academia
Brasileira de Belas-Artes. João Ricardo Moderno é personagem
de romances de Carlos Nejar, membro das Academias Brasileira de Letras e
Brasileira de
Filosofia. Cavaleiro da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém
- Vaticano. Membro da Associação Brasileira de Críticos
de Arte - ABCA/AICA - Association Internationale de Critiques d'Art - Paris.